Posted: maio 9th, 2012 | Author: vitorwilher | Filed under: PIB | Tags: crédito, crescimento baseado em crédito, economia brasileira, minsky | No Comments »
Tem muita gente trabalhando nisso, leitor. Afinal, a relação Crédito/PIB passou de 23% em 2003 para quase 50% no período recente. Dentro desse bolo, o Crédito a Pessoas Físicas corresponde à quase metade (incluindo crédito habitacional). É claro que haveria de ter impacto no comprometimento da renda, como mostra o gráfico abaixo. Read the rest of this entry »
Posted: maio 8th, 2012 | Author: vitorwilher | Filed under: PIB | Tags: escassez de mão de obra, produto potencial | No Comments »
Entre demanda fraca, câmbio, inflação, custo de crédito e inadimplência a mão de obra surge como o principal problema da economia brasileira apontado em pesquisa do jornal Valor. Tanto em quantidade, dado o impacto no salário, quanto em qualidade, dado o impacto na produtividade. É mais um sinal de que a Oferta também deveria receber um pouco de atenção desse governo…
Posted: maio 7th, 2012 | Author: vitorwilher | Filed under: Política Monetária | Tags: banco central brasileiro, bancos europeus, capítulo 17 teoria geral, crise europeia, keynes, política monetária brasileira, preferência pela liquidez, selic | No Comments »
O fraco desempenho da economia brasileira no primeiro trimestre, a continuação dos problemas na zona do Euro e a ainda tímida retomada norte-americana, somadas à mudança na remuneração da caderneta de poupança impulsionou a Curva de Juros a precificar mais dois cortes de 50 pontos-base cada. Isto é, na próxima reunião do Copom, a acontecer em 29 e 30 de maio, a Selic cairia para uma mínima histórica de 8,5%. Será?
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Posted: maio 6th, 2012 | Author: vitorwilher | Filed under: Crônicas Econômicas | Tags: incentivos de demanda, keynes, nova política econômica brasileira, política monetária, teoria geral | No Comments »
Caso você fosse um estrangeiro que tivesse chegado ao Brasil recentemente ficaria espantado com a nossa capacidade em colocar as coisas para debaixo do tapete – e não, eu não estou falando da caderneta de poupança. Observe a economia brasileira desde sua fundação. Saltam aos olhos nossa capacidade para improvisos! Criativos, diga-se de antemão. Somos mesmo um povo bastante criativo, mesmo em matéria tão preto no branco como é economia – ou, claro, deveria ser. Afinal, sempre há espaço para algum tipo de versão tropical da ciência econômica, ou não?
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Posted: maio 2nd, 2012 | Author: vitorwilher | Filed under: Política Monetária | Tags: funções da moeda, moeda, política monetária | No Comments »
Muitas [novas] teorias e diagnósticos ainda estão por vir no bojo da atual crise econômica. Há muitas vítimas – poucas inocentes, é verdade – desse tsunami financeiro que assolou todos os cantos do globo. E sobre elas ainda serão contados detalhados romances, filmes e mesmo teorias econômicas. Hoje, em especial, gostaria de lembrar de uma das vítimas silenciosas de toda essa confusão: a moeda.
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Posted: abril 30th, 2012 | Author: vitorwilher | Filed under: Artigos de Economia | Tags: o que afeta o spread, redução do spread bancário, spread bancário | No Comments »
Os temas se repetem com o ir e vir do ciclo econômico. Desta feita, desindustrialização e spread bancário parecem ser os favoritos da imprensa especializada. Sobre o primeiro, me calo, sobre o segundo fica o artigo que escrevi em maio de 2009:
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Posted: abril 29th, 2012 | Author: vitorwilher | Filed under: Política Monetária, Resenhas de Conjuntura Econômica | Tags: banco central, críticas à política monetária, política monetária, selic | No Comments »
A última ata do Copom em seu aguardado parágrafo 35 foi enfática: “Diante do exposto, mesmo considerando que a recuperação da atividade vem ocorrendo mais lentamente do que se antecipava, o Copom entende que, dados os efeitos cumulativos e defasados das ações de política implementadas até o momento, qualquer movimento de flexibilização monetária adicional deve ser conduzido com parcimônia”. Isto é, o Comitê sinaliza que mais cortes de juros não estão descartados, mas o processo de flexibilização da política monetária parece estar perto do fim, dadas as restrições estruturais a uma queda maior dos juros – notadamente a indexação da caderneta de poupança. Nesse contexto, cortes de 75 pontos-base estão descartados e para as próximas duas reuniões é possível vislumbrar mais dois cortes de 25 pontos-base cada uma, com a Selic estacionando em 8,5% a.a. Tudo certo no campo monetário, não?
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Posted: abril 29th, 2012 | Author: vitorwilher | Filed under: Crônicas Econômicas, Ensino de Economia | Tags: discussões econômicas, escolas de pensamento, heterodoxos, inflação, ortodoxos, política econômica | 1 Comment »
Ouvi outro dia, entre os corredores, a seguinte frase: inflação, e dai? O contexto é importante, diga-se. Tratava-se de mais um plano mirabolante na História Econômica Brasileira que viria a tentar ativar a economia. Mas inflação, e daí? Enfim, leitor, aqui parto dessa afirmação para justificar [de uma vez por todas] por que eu não sou heterodoxo, ao menos não no significado clássico do termo.
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Posted: março 27th, 2012 | Author: vitorwilher | Filed under: Crônicas Econômicas, Ensino de Economia | Tags: ciências econômicas, economia, ensino de economia, ensino superior, escolha da profissão, faculdade, vestibular | No Comments »
O ensino de economia sempre me foi algo miseravelmente sombrio. Ou bem os professores tentavam me catequizar para alguma das inúmeras “escolas de pensamento” reinantes no universo econômico, ou bem eu mesmo me enganava sobre a validade de algumas hipóteses heroicas dos modelos mais mainstream. Entre um mundo e outro, me vi durante anos em uma escolha nada confortável: ser ou não ser economista, eis a questão!
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Posted: março 21st, 2012 | Author: vitorwilher | Filed under: PIB | Tags: conjuntura, contas nacionais, crescimento, crise econômica, pib | No Comments »
O PIB de 2011 veio como esperado: 2,7%, na comparação com 2010. Na margem – contra o terceiro trimestre – o crescimento foi de 0,3% – o que anualizado dá um crescimento pífio de 1,4%. O destaque negativo, que aparece em dez em cada dez periódicos econômicos, é o desempenho da Indústria: pelo terceiro trimestre consecutivo registrou crescimento negativo, de -0,5%. Continuando no lado da oferta, os serviços registraram ligeiro aumento na margem, de 0,6% e a agropecuária mostrou vigor ao registrar 8,4% contra o quarto trimestre de 2010.
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