Os contribuintes do crescimento

Posted: setembro 6th, 2011 | Author: | Filed under: PIB | Tags: , , , | No Comments »

O crescimento do PIB no segundo trimestre de 2011 põe em dúvida a condução da política monetária brasileira. Se no cenário externo não há convicção sobre um duplo mergulho da economia mundial, no doméstico o que se vê é uma contribuição persistente do setor de serviços para o crescimento. O gráfico abaixo elucida essa questão:

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PIB cresce conforme esperado

Posted: setembro 2nd, 2011 | Author: | Filed under: PIB | Tags: , , | No Comments »

O Produto Interno Bruto do 2º trimestre cresceu 0,8% em relação ao trimestre anterior. O número está dentro do que era esperado pelo mercado. Quando puder escrevo mais detalhamente sobre isso. Para consultar o report do IBGE clique aqui.


O PIB crescerá abaixo de 4% em 2011

Posted: maio 3rd, 2011 | Author: | Filed under: PIB | Tags: , , , , , | No Comments »

O IBGE divulgou hoje a Produção Industrial Mensal referente ao mês de março. Abaixo segue uma tabela com o resumo dos cinco números-índices divulgados, tanto para fevereiro quanto para o último dado.

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Produção Industrial indica recuperação

Posted: abril 1st, 2011 | Author: | Filed under: PIB | Tags: , , , , , | No Comments »

A pesquisa referente ao mês de fevereiro sobre a produção industrial (Produção Industrial Mensal – PIM-PF) foi divulgada hoje pelo IBGE, indicando uma aparente retomada. Abaixo um resumo dos diferentes números-índices que são divulgados dentro da pesquisa:

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Consumo, Investimento e Crescimento econômico

Posted: março 16th, 2011 | Author: | Filed under: PIB | Tags: , , , | No Comments »

Nos últimos trinta trimestres o Consumo das Famílias só teve dois períodos de crescimento negativo na margem (contra o trimestre imediatamente anterior). A média de crescimento nesse tipo de comparação foi de 1,3% – o que anualizado chega a 5,3%. No último trimestre de 2010 esse número anualizado vem para provar a força desse componente da demanda: 10,4%. Os principais fatores que explicam tal crescimento são principalmente o aumento da massa salarial e do crédito. Além disso, não se pode deixar de citar o aumento real do salário mínimo e os programas de transferência de renda do governo, que possuem alta propensão ao consumo.

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